Presidente da Pan-América visita projetos sociais de Reação e Umbra-Vasco e parabeniza Circuito Hajime

Carlos Zegarra afirmou que os projetos são exemplos para o continente e reconheceu importância do Circuito Hajime, que terá a 1ª etapa de 2025 nos dias 5 e 6 de abril
* por Diano Albernaz Massarani

Presente ao Rio de Janeiro por ocasião da Copa Júnior Pan-Americana e do Open Pan-Americano Rio 2025, o presidente da Confederação Pan-Americana de Judô, Carlos Zegarra, aproveitou a oportunidade para conhecer mais sobre o Judô do Rio de Janeiro fora das competições de alto rendimento e visitou polos de projetos sociais do Judô Comunitário Instituto Reação e da Umbra – Club de Regatas Vasco da Gama.

As visitas ocorreram no dia 14 de março, começando pela manhã na sede do Projeto Fábrica de Talentos UMBRA, em São Cristóvão. Na presença da sensei Soraya Amorelli, responsável pelo projeto, e de André Amorelli e Fabricio Amorelli, Carlos Zegarra ministrou um treino para 70 alunos. Em seguida, o presidente da CPJ foi ao polo da Rocinha do Instituto Reação, coordenado pelos professores Cristiano Silva e Paulo Caruso. Nesta visita, Carlos Zegarra fez um tour pelo prédio do Instituto, conheceu os programas contemplados pelos projetos sociais do Reação, ministrou uma aula para 65 alunos ensinando a técnica Yoko Garuma, caminhou pelos arredores do polo na região da Rocinha e terminou a jornada almoçando em um restaurante da comunidade.

As experiências vividas nos projetos sociais do Reação e da Umbra-Vasco impactaram tão positivamente Carlos Zegarra, que o presidente da CPJ afirmou que o ambiente e as relações pessoais encontradas nestes projetos estão entre os principais ensiamentos que o Rio de Janeiro tem a oferecer aos países do continente:

“Não podemos pensar somente nas competições de alto rendimento, mas temos também que dar atenção à base, aos projetos sociais, e à forma como o Judô muda a vida das pessoas. E o Brasil e o Rio de Janeiro são exemplos neste sentido. O Rio de Janeiro tem muito a ensinar aos outros países do continente sobre os projetos sociais de Judô. As pessoas veem os resultados olímpicos do Brasil e pensam que a base do Judô brasileiro é de luxo. Mas pude ver nestes projetos sociais as condições reais, e o verdadeiro luxo não está nos tatames. O verdadeiro luxo está no espírito esportivo das pessoas, dos pais, mães, treinadores e atletas”.

Ao tomar conhecimento que os alunos dos projetos sociais do Rio de Janeiro têm a oportunidade de adentrar o universo competitivo do Judô e conhecer estruturas semelhantes às dos grandes eventos nacionais e internacionais através do Circuito Hajime promovido pela FJERJ, Carlos Zegarra aplaudiu a inicitiva:

“Esta iniciativa é muito importante, porque quando as crianças chegam às grandes competições em locais como as arenas olímpicas, passam a sentir parte, se sentir incluídas, e não distantes. E isso é um fator fundamental, que impacta no resultado esportivo. Este projeto é um exemplo muito bom e parabenizo pela iniciativa”.

A primeira etapa do Circuito Hajime de 2025 será realizada no fim de semana dos dias 5 e 6 de abril, na Arena Carioca 1, Parque Olímpico da Barra, e recebeu 1063 inscrições prévias de 64 agremiações afiliadas à FJERJ. Veja, abaixo, a programação completa do evento.

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